Nossa sociedade prega modelos de felicidade, a felicidade de shopping center, ou de propaganda de margarina e ainda o felizes para sempre dos casais de contos de fadas. Observando a minha vida vi que ela não se encaixa completamente em nenhum desses padrões, mas existem muitos momentos de alegria baseados neles, por exemplo: as vezes tenho a oportunidade de sair,viajar, ir ao cinema, comer em um lugar legal, ir a umas festinhas e outras coisinhas mais, isso tudo faz parte da felicidade shopping center, que só o dinheiro pode comprar, pelo menos é isso que parece, é um conceito de felicidade da sociedade hipermoderna totalmente baseado consumo de produtos e serviços. Não vou dizer que consumir não dá prazer, porque é óbvio que dá, são tantas as coisas que queremos e é tão bom quando conseguimos ter o que almejamos, mas essa “felicidade” acaba com ou sem o dinheiro pois os produtos e serviços só podem suprir necessidades externas, podem preencher o vazio de uma casa mas não de quem mora nessa casa. E é por isso que nunca poderemos ser felizes se baseamos nossa vida nesse conceito de felicidade, o que podemos ter no máximo são momentos de alegria.
Existe também a felicidade propaganda de margarina, baseada em uma família unida e feliz, com vizinhos ótimos e uma casa confortável. Ela parece bem mais bonitinha não é, baseada em união de pessoas em momentos de confraternização... o único problema é que ela reflete uma realidade utópica e quem busca esse tipo de felicidade sempre acaba se frustarando porque nem sempre os dias são bons, e por causa desse conceito fica bem mais complicado aceitar que os dias difíceis tem um propósito, que cada problema que temos pela frente serve para nosso crescimento. Quando baseamos a nossa felicidade nesses momentos, tudo tem que ser perfeito, sentimos a necessidade de sermos amados e aceitos por todas as pessoas, mas isso nunca acontece, e o resultado é sempre frustração. É claro que uma família unida e estar rodeado de pessoas que nos amam é muito bom e inclusive agradável aos olhos de Deus, como diz Salmos 133:1 “Oh! quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união.” Mas o máximo que esse modelo pode nos oferecer são momentos de alegria muito significativos.
Além desses conceitos também existe a felicidade baseada no amor conjugal. Muitas pessoas buscam o amor da sua vida, aquela pessoa que o complete, como se duas pessoas incompletas pudessem se completar e serem felizes para sempre. Assim com a “felicidade” do tipo propaganda de margarina esse modelo parece bonzinho mas também reflete uma realidade utópica da não existência dos problemas e conflitos. É claro que é importante encontrar uma pessoa para andar junto, para dividir, mas é exigir demais de alguém que nos complete, e é extamente essa exigência que não pode ser suprida que acaba com muitos relacionamentos trazendo sofrimento e frustração. A vida conjugal também traz muitos momentos de alegria sim, isso é inegável, pode perguntar a qualquer casal, mas também tem suas tensões e isso também é inegável.
Mas então qual seria o modelo de felicidade? Lendo o livro de Habacuque encontrei para a minha vida o conceito de felicidade, e me fez tão bem descobrir isso que quero dividí-lo com vocês. No capítulo 2, versos 19 a 19 diz o seguinte: “ Ouvi-o, e o meu íntimo se comoveu, à sua voz, tremeram os meus lábios; entrou a podridão nos meus ossos, e os joelhos me vacilaram, pois, em silêncio, devo esperar o dia da angustia, que virá contra o povo que nos acomete. Ainda que a figueira não floresça, nem haja fruto na vide; o produto da oliveira minta, e os campos não produzam mantimento; as ovelhas sejam arrebatadas do aprisco, e nos currais não haja gado, todavia eu me alegro no Senhor, exulto no Deus da minha salvação. O Senhor Deus é a minha fortaleza, e faz os meus pés como os da corsa, e me faz andar altaneiramente.” Então a felicidade não significa somente uma soma de momentos de alegria, mas é uma decisão de esperar no Senhor, esperar no sentido de colocar toda a esperança nEle. A Sua voz nos comove, ouví-lo faz cremos porque: “De sorte que a fé é pelo ouvir, e o ouvir pela palavra de Deus.” (Romanos 10:17) e quando cremos verdadeiramente nas suas promessas não há absolutamente nada que nos abale porque temos certeza da Sua fidelidade. Quando nos alegramos em Deus no dia da angústia, na esperança que Ele irá nos salvar de qualquer situação temos pés como os da corsa e andamos em lugares altos, pois quando andamos em lugares altos tudo o que está em baixo parece pequeno, os problemas gigantes, as tensões da vida, os obstáculos no caminho, tudo isso se torna pequeno porque andamos em lugares altos. Então é isso!!! Fomos escolhidos por Deus para andar em lugares altos! Para sermos felizes em qualquer circunstância!!!
Uma benção !
ResponderExcluirOlá Sarah,
ResponderExcluirEu sou aluna de Turismo da UFF (Niterói-RJ)e estou fazendo minha monografia sobre Motivação para viajar de carro pelo Brasil. Encontrei seu perfil no orkut na comunidade Viajando de Carro, e então achei o endereço de seu blog. Gostaria da sua ajuda para divulgar o questionário da minha pesquisa. O link é o http://qtrial.qualtrics.com/SE?SID=SV_6Ea7T217oR1WvFW basta entrar e responder às questões. Caso prefiram posso enviar o questionário no corpo do email. É só mandar email para noellecamello@hotmail.com.
Conto com sua ajuda.
Abraços,
Noelle Camello