Escolhi esse nome como título deste texto baseada numa expressão muito comum usada no meio evangélico para nos referirmos uns aos outros, dizemos: a irmã fulana de tal cozinha muito bem, ou; amada você é uma bênção! Eu, particularmente acho essa uma maneira muito linda e até íntima de se referir a pessoas queridas, mas tenho observado a falsidade e a banalização desses termos atualmente, e de fato isso tem me entristecido muito. E creio que também tem entristecido muito a Deus! Vamos retomar um pouco do que eu já havia compartilhado no texto anterior e acrescentar umas coisas novas que eu aprendi sobre amor e comunhão.
Continuando, com base no que li nas cartas de João, que falam de forma bem clara sobre a importância que Deus dá ao amor e à comunhão entre os irmãos, não falo somente dos irmãos de sangue, mas também dos irmãos da fé. Logo na primeira carta lê-se: “Se, porém, andarmos na luz, como ele está na luz, mantemos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus, seu Filho, nos purifica de todo pecado.” (1João 1:7) Ou seja, quando andamos na luz, tudo pode ser visto. A luz realça a beleza que há em nós, mas ao mesmo tempo mostra também as nossa imperfeições. Se andamos na luz não há falsidade em nós, mas apenas a verdade de que todos nós somos igualmente falhos e igualmente preciosos por nossas diferentes qualidades. Por esse motivo, quando andamos na luz temos comunhão uns com os outros, percebemos que apesar de diferentes temos muito em comum e nos respeitamos nas nossas diferenças.
Já no segundo capítulo João escreve: “Ora, sabemos que o temos conecido por isto: se guardarmos os seus mandamentos. Aquele que diz: Eu o conheço e não guarda os seus mandamentos, é mentiroso, e nele não está a verdade. Aquele, entretanto, que guarda a sua palavra, nele, verdadeiramente, tem sido aperfeiçoado o amor de Deus. Nisto sabemos que estamos nele: aquele que diz que permanece nele, esse deve assim também andar como ele andou.” (1João2:3-6) “Aquele que diz estar na luz e odeia a seu irmão, até agora está nas trevas. Aquele que ama a seu irmão pemanece na luz, e nele não há nenhum tropeço. Aquele, porém, que odeia a seu irmão está nas trevas, e anda nas trevas, e não sabe para onde vai, porque as trevas lhe cegaram os olhos.” (1 João 2:9-11)
E continuando, no capítulo 3 ele diz: “Nisto são manifestos os filhos de Deus e os filhos do diabo: todo aquele que não pratica justiça não procede de Deus, nem aquele que não ama a seu irmão. Porque esta é a mensagem que ouvistes desde o princípio: que nos amemos uns aos outros. Não como Caim, que era do maligno, e matou a seu irmão. E por que causa o matou? Porque as suas obras eram más e as de seu irmão justas. Meus irmãos, não vos maravilheis, se o mundo vos odeia. Nós sabemos que passamos da morte para a vida, porque amamos os irmãos. Quem não ama a seu irmão permanece na morte. Qualquer que odeia a seu irmão é homicida. E vós sabeis que nenhum homicida tem a vida eterna permanecendo nele. Conhecemos o amor nisto: que ele deu a sua vida por nós, e nós devemos dar a vida pelos irmãos. Quem, pois, tiver bens do mundo, e, vendo o seu irmão necessitado, lhe cerrar as suas entranhas, como estará nele o amor de Deus? Meus filhinhos, não amemos de palavra, nem de língua, mas por obra e em verdade. E nisto conhecemos que somos da verdade, e diante dele asseguraremos nossos corações; sabendo que, se o nosso coração nos condena, maior é Deus do que o nosso coração, e conhece todas as coisas. Amados, se o nosso coração não nos condena, temos confiança para com Deus; E qualquer coisa que lhe pedirmos, dele a receberemos, porque guardamos os seus mandamentos, e fazemos o que é agradável à sua vista. E o seu mandamento é este: que creiamos no nome de seu Filho Jesus Cristo, e nos amemos uns aos outros, segundo o seu mandamento.” (1 João 4:10-23)
E nessa linha seguem os próximos capítulos, I João 4, I João 5, e também os livros II João e III João, os quais eu não colocarei nesse texto por questões óbvias, mas quero incentivá-los a pegar uma bíblia e lê-los, ou caso você não tenha uma em mãos acesse uma pela internet, como essa por exemplo: http://www.bibliaonline.com.br/acf/1jo/1.
Não tenho nem muito o que comentar porque os textos são claríssimos! Simplismente não adianta dizermos que somos dessa ou daquela religião, que somos pessoas “muito de Deus”, que conhecemos a bíblia toda, que nunca roubamos ninguém, ou nunca matamos ninguém porque a palavra é clara: “Todo aquele que odeia seu irmão é ASSASSINO” (I João3:15a). Não adianta irmos à igreja todos os domingos e falar mal dos irmãos a semana toda, ou não falar com um ou com outro por causa de intrigas irrelevantes. Amar e viver em comunhão não é nada mais que nossa obrigação.
Como eu já falei em vários textos, o amor não é um sentimento, algo que não podemos controlar, mas é atitude, é uma questão de decisão! É decidir obedecer ao Pai e amar os irmãos. E quem pratica o amor, pratica todos os mandamentos e anda segundo a vontade de Deus. Porque está escrito: “E o amor é este: que andemos segundo os seus mandamentos. Este mandamento, como ouviste desde o princípio, é que andeis nesse amor.” (II João1:6)
Portanto, se somos mesmo pessoas que conhecem a Deus devemos manifestar o amor. Afinal, como apresentaremos Deus às pessoas se nós mesmos não o conhecemos? “E nós conhecemos e cremos no amor que Deus tem por nós. Deus é amor, e aquele que permanece no amor permanece em Deus, e Deus, nele.” (I João4:16), “Ninguém jamais viu a Deus; se amarmos uns aos outros, Deus permanece em nós, e o seu amor é, em nós, aperfeiçoado.” (I João 4:12) Não adianta distribuirmos folhetos ou sairmos gritando pelas ruas: Deus é amor! Jesus te ama! Se não manisfestarmos o amor, se não amarmos uns aos outros, essas são palavras soltas ao vento que não farão o menor sentido. “Filhinhos, não amemos de palavra, nem de língua, mas de fato e de verdade.” (I João 3:17)
É... pensam que é fácil conhecer a Deus, ser como Ele... não é não, é preciso amar como Ele ama! Estou vivendo o desafio de amar e de mostrar essas verdades a tantos ‘crentes’ que não tem vivido o propósito de Deus e estão apenas se enganando, sendo meramente religiosos, indo à igreja mas não mantém comunhão com os irmãos nem com o Pai, são homicidas dentro das igrejas! Espero que vocês estejam impactados com a importância do amor assim como eu estou e ajudem a espalhar essa mensagem para muitos que estão nas igrejas sem saber para onde ir porque as trevas lhes cegaram os olhos! Uma ótima semana! Com muito AMOR e COMUNHÂO!
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sábado, 20 de novembro de 2010
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
Comunhão
Essa semana voltei a ler o livro de 1João, provavelmente já deve ser a quinta vez que o leio, mas como a palavra de Deus se renova a cada dia e revela o que o Pai quer me ensinar hoje, orei a Deus pedindo que Ele falasse comigo novamente! E como sempre, Ele o fez! Deus é maravilhoso mesmo... não canso de repetir!
No primeiro capítulo do livro está escrito: “O que temos visto e ouvido anunciamos também a voz outros, para que vós, igualmente, mantenhais comunhão conosco. Ora, a nossa comunhão é com o Pai e com seu Filho, Jesus Cristo” (1João 1:3) E continua dizendo: “Se, porém, andarmos na luz, como ele está na luz, mantemos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus, seu Filho, nos purifica de todo pecado. Se disseremos que não temos pecado nenhum, a nós mesmos nos enganamos, e a verdade não está em nós. Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça.” (1João 1:7-9)
Este texto fala de sinceridade e comunhão com Deus e com os irmãos, de andar na luz, onde somos vistos completamente, onde todas as nossas imperfeições aparecem e podem ser vistas por todos, na luz que também realça nossas qualidade epossibilita que todos vejam! É a luz que revela as nossas contradições! É na luz também, que percemos que além de nós, cada pessoa também tem suas contradições, qualidades e defeitos, por isso, quando andamos na luz não nos preocupamos em julgar os outros, porque percebemos que somos todos igualmente imperfeitos.
É possível também observar que andar na luz é uma bênção! Que quando andamos na luz, confessamos os nossos pecados e eles são perdoados, e somos curados.
Ao ler isso, lembrei de um trecho do livro de Jó que diz: “Mudou o Senhor a sorte de Jó, quando este orava pelos seus amigos; e o Senhor deu-lhe o dobro de tudo o que antes possuia.” (Jó 42:10) Nesse momento Jó pedia a Deus que perdoasse seus amigos pelas falta que tinham cometido contra ele. Era um momento em que Jó estava restaurando sua comunhão com seus amigos, e exatamente nesse momento Deus restituiu tudo o que ele tinha perdido.
Outro texto muito conhecido que fala a respeito da comunhão é o Salmo 133, que diz: “Oh! Como é bom e agradável viverem unidos os irmãos! È como óleo precioso sobre a cabeça, o qual desce para a barba, a barba de Arão, e desce para a gola de suas vestes. É como o orvalho do Hermom, que desce sobre os montes de Sião. Ali ordena o Senhor a sua bênção e a vida para sempre.” Onde há comunhão, há bênção e vida para sempre! A comunhão espalha-se como cheiro agradável e faz com que sejamos a diferença no mundo individualista no qual vivemos!
Mas por que então, a maioria não vive essa comunhão? Porque para viver em comunhão é necessário renunciar a si mesmo, é necessário se humilhar, é necessário se assumir como ser humano, nem pior, nem melhor que ninguém, é preciso confessar os pecados, e acima de tudo, é preciso ser verdadeiro e não tentar usar máscaras para agradar as pessoas e parecer uma pessoa melhor, mas sim, buscar verdadeiramente ser uma pessoa melhor assumindo quem se é agora! Convido todos a viver esse desafio no qual tenho me aventurado. Quem está preparado para a bênção e vida da comunhão?
No primeiro capítulo do livro está escrito: “O que temos visto e ouvido anunciamos também a voz outros, para que vós, igualmente, mantenhais comunhão conosco. Ora, a nossa comunhão é com o Pai e com seu Filho, Jesus Cristo” (1João 1:3) E continua dizendo: “Se, porém, andarmos na luz, como ele está na luz, mantemos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus, seu Filho, nos purifica de todo pecado. Se disseremos que não temos pecado nenhum, a nós mesmos nos enganamos, e a verdade não está em nós. Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça.” (1João 1:7-9)
Este texto fala de sinceridade e comunhão com Deus e com os irmãos, de andar na luz, onde somos vistos completamente, onde todas as nossas imperfeições aparecem e podem ser vistas por todos, na luz que também realça nossas qualidade epossibilita que todos vejam! É a luz que revela as nossas contradições! É na luz também, que percemos que além de nós, cada pessoa também tem suas contradições, qualidades e defeitos, por isso, quando andamos na luz não nos preocupamos em julgar os outros, porque percebemos que somos todos igualmente imperfeitos.
É possível também observar que andar na luz é uma bênção! Que quando andamos na luz, confessamos os nossos pecados e eles são perdoados, e somos curados.
Ao ler isso, lembrei de um trecho do livro de Jó que diz: “Mudou o Senhor a sorte de Jó, quando este orava pelos seus amigos; e o Senhor deu-lhe o dobro de tudo o que antes possuia.” (Jó 42:10) Nesse momento Jó pedia a Deus que perdoasse seus amigos pelas falta que tinham cometido contra ele. Era um momento em que Jó estava restaurando sua comunhão com seus amigos, e exatamente nesse momento Deus restituiu tudo o que ele tinha perdido.
Outro texto muito conhecido que fala a respeito da comunhão é o Salmo 133, que diz: “Oh! Como é bom e agradável viverem unidos os irmãos! È como óleo precioso sobre a cabeça, o qual desce para a barba, a barba de Arão, e desce para a gola de suas vestes. É como o orvalho do Hermom, que desce sobre os montes de Sião. Ali ordena o Senhor a sua bênção e a vida para sempre.” Onde há comunhão, há bênção e vida para sempre! A comunhão espalha-se como cheiro agradável e faz com que sejamos a diferença no mundo individualista no qual vivemos!
Mas por que então, a maioria não vive essa comunhão? Porque para viver em comunhão é necessário renunciar a si mesmo, é necessário se humilhar, é necessário se assumir como ser humano, nem pior, nem melhor que ninguém, é preciso confessar os pecados, e acima de tudo, é preciso ser verdadeiro e não tentar usar máscaras para agradar as pessoas e parecer uma pessoa melhor, mas sim, buscar verdadeiramente ser uma pessoa melhor assumindo quem se é agora! Convido todos a viver esse desafio no qual tenho me aventurado. Quem está preparado para a bênção e vida da comunhão?
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
INTIMIDADE
A tempos que não escrevia nada... o blog estava quase às moscas, mas isto tem um justificativa: Eu estou passando por um momento de transição muito importante em que Deus tem me ensinado muitas coisas, mas tudo estava tão conturbado que não tive tempo nem energia para compartilhar no momento, mas agora sinto que é hora de dividir o que tenho aprendido aqui na internet novamente.
Nesse momento retomei a leitura do livro de Jó, que foi o primeiro livro da bíblia que eu li, mesmo antes de receber Jesus, quando eu apenas frequentava a igreja. E como Deus nos surpreende! A cada dia tenho aprendido coisas novas com essa história de extremo sofrimento, temor do Senhor e vitória.
Nos primeiros capítulos vemos Jó, um sujeito irrepreensível e muito abençoado por Deus. E esse mesmo Deus que o abençoou tanto e sabia da sua justa conduta permitiu ao Diabo tocar sua família, seus bens e até a sua saúde. E a pergunta que fica na nossa mente é: Por que?
Essa mesma pergunta Jó se faz durante grande parte do livro, inclusive porque seus amigos não entendem que ele é justo e o acusam de pecado, como se tudo o que ele estava sofrendo fosse consequencia das suas falhas diante de Deus. É aí que está a parte que mais me interessou! Quando Jó estava sendo acusado injustamente, sofria de dores, de pobreza e já dizia que seria melhor nem ter nascido estava acontecendo um fenômeno maravilhoso entre ele e Deus: crescia a intimidade!
Muitas vezes, nós falamos com Deus formalmente, agradecemos por tudo, pedimos o que precisamos, mas escolhemos cada palavra como se precisácemos parecer bons diante de Deus da mesma forma que fazemos com as outras pessoas. Assim Jó fazia, orava, oferecia seus sacrifícios, escolhia muito bem as palavras. Mas quando ele estava passando por esse momento de sofrimento ele percebeu que Deus conhecia sua vida mais do que qualquer um e era soberano, tinha poder para fazer o que quisesse intependente das atitudes de Jó, era soberano para deixá-lo sofrer daquele jeito, mesmo sendo ele um homem justo.
No verso 14 do capítulo 9 do livro de Jó ele diz: “Como, então, lhe poderei eu responder ou escolher as minhas palavras, para argumentar com ele?” Ele começou a falar com Deus tão livremente, que se sentia a vontade para falar de seus sofrimentos e perguntar pra Deus o por que de tudo isso, passou a ter intimidade com Deus, dizer exatamente o que pensava, sem o medo de falar algo inapropriado, e o mais bonito de tudo é que continuava reconhecendo a grandeza de Deus e o respeitando, e em momento nenhum pecou contra Ele.
Assim como Jó, outro homem teve tal intimidade com Deus e foi considerado um homem segundo o coração de Deus. Esse homem foi Davi, que muitas vezes orava a Deus com total liberdade de expressar seus reais sentimentos. É possível vermos isso em vários Salmos, nos quais ele diz para Deus sinceramente como se sente, confessa seus pecados e fala de sua dor a Deus tão abertamente como falaria ao seu melhor amigo.
Será que já não é hora de abandonarmos tantas formalidade e buscarmos tal intimidade com Deus, ou será preciso passarmos por tantos sofrimentos como Jó? Que somente no final do processo descobriu que “Eu te conhecia só de ouvir, mas agora os meus olhos te vêem.” (Jó 42:5). Jesus morreu naquela cruz exatamente para termos tal liberdade diante de Deus, para chegarmos diante dEle como somos, por isso o véu que separava o povo da presença de Deus se rasgou! Não vamos desperdiçar o sacrifício de Jesus! Aproveitem esse momento, agora!
Nesse momento retomei a leitura do livro de Jó, que foi o primeiro livro da bíblia que eu li, mesmo antes de receber Jesus, quando eu apenas frequentava a igreja. E como Deus nos surpreende! A cada dia tenho aprendido coisas novas com essa história de extremo sofrimento, temor do Senhor e vitória.
Nos primeiros capítulos vemos Jó, um sujeito irrepreensível e muito abençoado por Deus. E esse mesmo Deus que o abençoou tanto e sabia da sua justa conduta permitiu ao Diabo tocar sua família, seus bens e até a sua saúde. E a pergunta que fica na nossa mente é: Por que?
Essa mesma pergunta Jó se faz durante grande parte do livro, inclusive porque seus amigos não entendem que ele é justo e o acusam de pecado, como se tudo o que ele estava sofrendo fosse consequencia das suas falhas diante de Deus. É aí que está a parte que mais me interessou! Quando Jó estava sendo acusado injustamente, sofria de dores, de pobreza e já dizia que seria melhor nem ter nascido estava acontecendo um fenômeno maravilhoso entre ele e Deus: crescia a intimidade!
Muitas vezes, nós falamos com Deus formalmente, agradecemos por tudo, pedimos o que precisamos, mas escolhemos cada palavra como se precisácemos parecer bons diante de Deus da mesma forma que fazemos com as outras pessoas. Assim Jó fazia, orava, oferecia seus sacrifícios, escolhia muito bem as palavras. Mas quando ele estava passando por esse momento de sofrimento ele percebeu que Deus conhecia sua vida mais do que qualquer um e era soberano, tinha poder para fazer o que quisesse intependente das atitudes de Jó, era soberano para deixá-lo sofrer daquele jeito, mesmo sendo ele um homem justo.
No verso 14 do capítulo 9 do livro de Jó ele diz: “Como, então, lhe poderei eu responder ou escolher as minhas palavras, para argumentar com ele?” Ele começou a falar com Deus tão livremente, que se sentia a vontade para falar de seus sofrimentos e perguntar pra Deus o por que de tudo isso, passou a ter intimidade com Deus, dizer exatamente o que pensava, sem o medo de falar algo inapropriado, e o mais bonito de tudo é que continuava reconhecendo a grandeza de Deus e o respeitando, e em momento nenhum pecou contra Ele.
Assim como Jó, outro homem teve tal intimidade com Deus e foi considerado um homem segundo o coração de Deus. Esse homem foi Davi, que muitas vezes orava a Deus com total liberdade de expressar seus reais sentimentos. É possível vermos isso em vários Salmos, nos quais ele diz para Deus sinceramente como se sente, confessa seus pecados e fala de sua dor a Deus tão abertamente como falaria ao seu melhor amigo.
Será que já não é hora de abandonarmos tantas formalidade e buscarmos tal intimidade com Deus, ou será preciso passarmos por tantos sofrimentos como Jó? Que somente no final do processo descobriu que “Eu te conhecia só de ouvir, mas agora os meus olhos te vêem.” (Jó 42:5). Jesus morreu naquela cruz exatamente para termos tal liberdade diante de Deus, para chegarmos diante dEle como somos, por isso o véu que separava o povo da presença de Deus se rasgou! Não vamos desperdiçar o sacrifício de Jesus! Aproveitem esse momento, agora!
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
Presos injustamente por quê?
Ultimamente tenho lido o livro de Atos, que conta um pouco como funcionava a igreja pouco depois da ressureição de Jesus! São muitas coisas maravilhosas, lições incríveis de como Deus se move no meio do seu povo quando este povo de volta para Ele e como existiram e existem pessoas que entregam sua vida por amor do evangelho para que todos possa conhecer o amor de Deus!
Em meio a todas essas lições, uma me chamou atenção especial porque, pra variar, tem tudo a ver com o momento que tenho vivido. O momento em que Paulo e Silas foram presos injustamente e louvarem a Deus dentro do cárcere, com os pés amarrados e depois de serem açoitados.
"E, havendo-lhes dado muitos açoites, os lançaram na prisão, mandando ao carcereiro que os guardasse com segurança.O qual, tendo recebido tal ordem, os lançou no cárcere interior, e lhes segurou os pés no tronco.E, perto da meia-noite, Paulo e Silas oravam e cantavam hinos a Deus, e os outros presos os escutavam.E de repente sobreveio um tão grande terremoto, que os alicerces do cárcere se moveram, e logo se abriram todas as portas, e foram soltas as prisões de todos.E, acordando o carcereiro, e vendo abertas as portas da prisão, tirou a espada, e quis matar-se, cuidando que os presos já tinham fugido.Mas Paulo clamou com grande voz, dizendo: Não te faças nenhum mal, que todos aqui estamos.E, pedindo luz, saltou dentro e, todo trêmulo, se prostrou ante Paulo e Silas.E, tirando-os para fora, disse: Senhores, que é necessário que eu faça para me salvar?E eles disseram: Crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo, tu e a tua casa.E lhe pregavam a palavra do Senhor, e a todos os que estavam em sua casa.E, tomando-os ele consigo naquela mesma hora da noite, lavou-lhes os vergões; e logo foi batizado, ele e todos os seus.E, levando-os à sua casa, lhes pôs a mesa; e, na sua crença em Deus, alegrou-se com toda a sua casa." (Atos 16:23-34)
Sempre que eu lia esse texto aprendia um pouco mais sobre o quão importante é louvar ao Senhor mesmo em meio a situções difíceis e até injustas que se levantam contra nós, mas hoje tive uma experiêcia um tanto diferente. Fui levada a olhar mais adiante e perceber que toda situação difícil tem uma boa finalidade quando nos dispomos a fazer a vontade de Deus, porque como diz a biblia em Romanos 8:28 "E sabemos que todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito".
Naquela prisão existia um carcereiro e sua família que estavam sedentos por conhecer a Deus, e a revelação de Jesus, e essa revelação só poderia acontecer com Paulo e Silas lá, naquela cela, presos injustamente, louvando a Deus, que se moveu de forma sobrenatural, não só para livras seus filhos da prisão, mas também para trazer a revelação ao carcereiro, à sua família e a todos aqueles que estavam presos lá juntamente com eles. Se aquele terremoto acontecesse e Paulo e Silas não estivessem ali certamente aquele carcereiro teria se suicidado,sua esposa se tornaria viuva( as viuvas naquela época sofriam demais, geralmente passavam fome e perdia seus filhos) e só Deus sabe o que seria dos seus filhos. Deus permitiu que Paulo e Silas sofressem para salvar toda uma família e quem sabe quantas pessoas mais, já que esta história foi registrada e até os dias de hoje tem alimentado o meu espírito e o de muitas outras pessoas também. Deus fez tudo isso porque Paulo e Silas se dispuseram, ofereceram suas vidas em favor do evangelho. Quantos de nós estamos dispostos a fazer essa escolha? Estamos dispostos a crer que todo sofrimento tem uma finalidade e passar por ele para cumprir o propósito? Seja esse propósito para nossas vidas ou para a vida do próximo...
Em meio a todas essas lições, uma me chamou atenção especial porque, pra variar, tem tudo a ver com o momento que tenho vivido. O momento em que Paulo e Silas foram presos injustamente e louvarem a Deus dentro do cárcere, com os pés amarrados e depois de serem açoitados.
"E, havendo-lhes dado muitos açoites, os lançaram na prisão, mandando ao carcereiro que os guardasse com segurança.O qual, tendo recebido tal ordem, os lançou no cárcere interior, e lhes segurou os pés no tronco.E, perto da meia-noite, Paulo e Silas oravam e cantavam hinos a Deus, e os outros presos os escutavam.E de repente sobreveio um tão grande terremoto, que os alicerces do cárcere se moveram, e logo se abriram todas as portas, e foram soltas as prisões de todos.E, acordando o carcereiro, e vendo abertas as portas da prisão, tirou a espada, e quis matar-se, cuidando que os presos já tinham fugido.Mas Paulo clamou com grande voz, dizendo: Não te faças nenhum mal, que todos aqui estamos.E, pedindo luz, saltou dentro e, todo trêmulo, se prostrou ante Paulo e Silas.E, tirando-os para fora, disse: Senhores, que é necessário que eu faça para me salvar?E eles disseram: Crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo, tu e a tua casa.E lhe pregavam a palavra do Senhor, e a todos os que estavam em sua casa.E, tomando-os ele consigo naquela mesma hora da noite, lavou-lhes os vergões; e logo foi batizado, ele e todos os seus.E, levando-os à sua casa, lhes pôs a mesa; e, na sua crença em Deus, alegrou-se com toda a sua casa." (Atos 16:23-34)
Sempre que eu lia esse texto aprendia um pouco mais sobre o quão importante é louvar ao Senhor mesmo em meio a situções difíceis e até injustas que se levantam contra nós, mas hoje tive uma experiêcia um tanto diferente. Fui levada a olhar mais adiante e perceber que toda situação difícil tem uma boa finalidade quando nos dispomos a fazer a vontade de Deus, porque como diz a biblia em Romanos 8:28 "E sabemos que todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito".
Naquela prisão existia um carcereiro e sua família que estavam sedentos por conhecer a Deus, e a revelação de Jesus, e essa revelação só poderia acontecer com Paulo e Silas lá, naquela cela, presos injustamente, louvando a Deus, que se moveu de forma sobrenatural, não só para livras seus filhos da prisão, mas também para trazer a revelação ao carcereiro, à sua família e a todos aqueles que estavam presos lá juntamente com eles. Se aquele terremoto acontecesse e Paulo e Silas não estivessem ali certamente aquele carcereiro teria se suicidado,sua esposa se tornaria viuva( as viuvas naquela época sofriam demais, geralmente passavam fome e perdia seus filhos) e só Deus sabe o que seria dos seus filhos. Deus permitiu que Paulo e Silas sofressem para salvar toda uma família e quem sabe quantas pessoas mais, já que esta história foi registrada e até os dias de hoje tem alimentado o meu espírito e o de muitas outras pessoas também. Deus fez tudo isso porque Paulo e Silas se dispuseram, ofereceram suas vidas em favor do evangelho. Quantos de nós estamos dispostos a fazer essa escolha? Estamos dispostos a crer que todo sofrimento tem uma finalidade e passar por ele para cumprir o propósito? Seja esse propósito para nossas vidas ou para a vida do próximo...
quarta-feira, 14 de julho de 2010
Lei da Semeadura
Quem já estudou as leis básicas da física com certeza ouvi falar da terceira lei de Newton, a Lei da Ação e Reação, segundo a qual "Toda ação provoca uma reação de igual intensidade, mesma direção e em sentido contrário". Este princípio da Física foi formulado como teoria no século XVI, mas quem estudava a bíblia, desde muito antes de Cristo já conhecia esse princípio e diversas formas de atuação dEle na vida prática do ser humano.
Uma das forma citadas na bíblia de atuação desse princípio diz respeito à Lei da Semeadura. Como a bíblia foi escrita num contexto “rural”, ela sempre remonta às questões da natureza, cultivo da terra e criação de animais, que eram a base da vida e trabalho humano daquela época. Ou seja, quando a bíblia diz: “Pelos seus frutos os conhecereis. Colhem-se, porventura, uvas dos espinheiros ou figos dos abrolhos?Assim, toda árvore boa produz bons frutos, porém a árvore má produz frutos maus. Não pode a árvore boa produzir frutos maus, nem a árvore má produzir frutos bons.” (Mateus 7: 16-18), ela demonstra que o resuldado da colheita é diretamente proporcional ao que foi plantado, tanto em quantidade, quanto em qualidade, e é extamente sobre isso que vou falar hoje.
Nos últimos tempos tenho lido o livro de Rute, que conta a história dessa jovem, o livro é bem pequeno, só tem 4 capítulos e a leitura é bastante agradável para qualquer idade, eu recomendo! xD
Rute era uma moabita casada com o filho de Noemi, que era de Belém, mas fora morar em Moabe. O marido de Rute morreu e também o outro filho de Noemi, e naquela época a vida de uma viuva era bem complicada porque as mulheres dependiam em tudo dos seus maridos. Rute, sendo jovem tinha a oportunidade de casar-se novamente, mas ao invés disso, escolheu permanecer ao lado de sua sogra e voltar com ela para Belém, abandonou a família de seus pais, sua cultura e até o seu deus, e para ajudar sua sogra que já tinha idade avançada resolveu trabalhar apanhando as espigas que sobravam dos campos . Um exemplo de mullher dedicada e corajosa, pois acontecia que em muitos campos onde as viuvas colhiam, os homens as molestavam, mas ela correu o risco para conseguir o seu sustento e de sua sogra.
Mas o interessante é que a fama de Rute correu a cidade, as pessoas sabiam de sua história e de sua dedicação e por isso, Boaz, o dono do campo onde ela foi colher ajudou-a em tudo o quanto pôde. “Respondeu Boaz e lhe disse: Bem me contaram tudo quanto fizeste a tua sogra, depois da morte do teu marido, e como deixaste a teu pai, e a tua mãe, e a terra onde nasceste e vieste para um povo que dantes não conhecias. O Senhor retribua o teu feito, e seja cumprida a tua recompensa no Senhor, Deus de Israel, sob cujas asas vieste buscar refúgio.” (Rute 2: 11-12) e Rute recebeu a recompensa pela sua fidelidade e dedicação, e no fim da história ela acaba casando com Boaz , mas tudo isso por causa do que ela plantou, ou seja, as suas ações anteriores.
Cada atitude que tomamos hoje refletirá no nosso futuro, seja imediatamente ou muitos anos depois, sempre haverá uma reação para as nossas ações, por isso é importante plantar boas sementes e, consequentemente, ter uma boa reputação. “Mais vale o bom nome do que as muitas riquezas; e o ser estimado é melhor do que a prata e o ouro.” (Provérbios 22:1)
Uma das forma citadas na bíblia de atuação desse princípio diz respeito à Lei da Semeadura. Como a bíblia foi escrita num contexto “rural”, ela sempre remonta às questões da natureza, cultivo da terra e criação de animais, que eram a base da vida e trabalho humano daquela época. Ou seja, quando a bíblia diz: “Pelos seus frutos os conhecereis. Colhem-se, porventura, uvas dos espinheiros ou figos dos abrolhos?Assim, toda árvore boa produz bons frutos, porém a árvore má produz frutos maus. Não pode a árvore boa produzir frutos maus, nem a árvore má produzir frutos bons.” (Mateus 7: 16-18), ela demonstra que o resuldado da colheita é diretamente proporcional ao que foi plantado, tanto em quantidade, quanto em qualidade, e é extamente sobre isso que vou falar hoje.
Nos últimos tempos tenho lido o livro de Rute, que conta a história dessa jovem, o livro é bem pequeno, só tem 4 capítulos e a leitura é bastante agradável para qualquer idade, eu recomendo! xD
Rute era uma moabita casada com o filho de Noemi, que era de Belém, mas fora morar em Moabe. O marido de Rute morreu e também o outro filho de Noemi, e naquela época a vida de uma viuva era bem complicada porque as mulheres dependiam em tudo dos seus maridos. Rute, sendo jovem tinha a oportunidade de casar-se novamente, mas ao invés disso, escolheu permanecer ao lado de sua sogra e voltar com ela para Belém, abandonou a família de seus pais, sua cultura e até o seu deus, e para ajudar sua sogra que já tinha idade avançada resolveu trabalhar apanhando as espigas que sobravam dos campos . Um exemplo de mullher dedicada e corajosa, pois acontecia que em muitos campos onde as viuvas colhiam, os homens as molestavam, mas ela correu o risco para conseguir o seu sustento e de sua sogra.
Mas o interessante é que a fama de Rute correu a cidade, as pessoas sabiam de sua história e de sua dedicação e por isso, Boaz, o dono do campo onde ela foi colher ajudou-a em tudo o quanto pôde. “Respondeu Boaz e lhe disse: Bem me contaram tudo quanto fizeste a tua sogra, depois da morte do teu marido, e como deixaste a teu pai, e a tua mãe, e a terra onde nasceste e vieste para um povo que dantes não conhecias. O Senhor retribua o teu feito, e seja cumprida a tua recompensa no Senhor, Deus de Israel, sob cujas asas vieste buscar refúgio.” (Rute 2: 11-12) e Rute recebeu a recompensa pela sua fidelidade e dedicação, e no fim da história ela acaba casando com Boaz , mas tudo isso por causa do que ela plantou, ou seja, as suas ações anteriores.
Cada atitude que tomamos hoje refletirá no nosso futuro, seja imediatamente ou muitos anos depois, sempre haverá uma reação para as nossas ações, por isso é importante plantar boas sementes e, consequentemente, ter uma boa reputação. “Mais vale o bom nome do que as muitas riquezas; e o ser estimado é melhor do que a prata e o ouro.” (Provérbios 22:1)
terça-feira, 6 de julho de 2010
Amor e renúncia
Não sei se você já leu um livro de auto-ajuda algumas vez na vida... mas a um tempo atras eu peguei um para ver realmente o que se tratava já que ouvia muitos comentários negativos a respeito desse tipo de literatura ao mesmo tempo que via eles sairem das prateleiras das lojas como água.
Percebi que em todos eles o roteiro é basicamente o mesmo e sempre dizem algo do tipo: “O potencial está dentro de você”, ou “Siga o seu coração porque nele você achará as respostas”, ou ainda “Você não precisa de nada que você já não tenha, você é um vencedor”
É interessante ver o quanto as pessoas buscam se valorizar, seja por causa de sua linhagem, ou posição social, ou ainda por suas habilidades, mas do mesmo modo continuam sentindo-se desvalorizadas e impotentes.
Esses dias estive lendo o livro de Filipenses, que é uma carta que o apóstolo Paulo escreve para o povo de Filipos, e no capítulo 03 ele usa a sua vida como exemplo de renúncia, coisa que esses livros de auto-ajuda nem ousam citar, mas qe é a base do evangelho, já que Jesus Cristo renunciou ser Deus, para se tornar homem e ainda ser sacrificado em favor de nós. Esse é o amor de Deus, amor que requer renúncia!
Voltando a falar de Paulo, ele diz na carta: “Resta, irmãos meus, que vos regozijeis no Senhor. Não me aborreço de escrever-vos as mesmas coisas, e é segurança para vós.Guardai-vos dos cães, guardai-vos dos maus obreiros, guardai-vos da circuncisão;Porque a circuncisão somos nós, que servimos a Deus em espírito, e nos gloriamos em Jesus Cristo, e não confiamos na carne.Ainda que também podia confiar na carne; se algum outro cuida que pode confiar na carne, ainda mais eu:Circuncidado ao oitavo dia, da linhagem de Israel, da tribo de Benjamim, hebreu de hebreus; segundo a lei, fui fariseu;Segundo o zelo, perseguidor da igreja, segundo a justiça que há na lei, irrepreensível.Mas o que para mim era ganho reputei-o perda por Cristo.E, na verdade, tenho também por perda todas as coisas, pela excelência do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor; pelo qual sofri a perda de todas estas coisas, e as considero como escória, para que possa ganhar a Cristo,E seja achado nele, não tendo a minha justiça que vem da lei, mas a que vem pela fé em Cristo, a saber, a justiça que vem de Deus pela fé;Para conhecê-lo, e à virtude da sua ressurreição, e à comunicação de suas aflições, sendo feito conforme à sua morte;Para ver se de alguma maneira posso chegar à ressurreição dentre os mortos.Não que já a tenha alcançado, ou que seja perfeito; mas prossigo para alcançar aquilo para o que fui também preso por Cristo Jesus.Irmãos, quanto a mim, não julgo que o haja alcançado; mas uma coisa faço, e é que, esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão diante de mim,Prossigo para o alvo, pelo prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus.Por isso todos quantos já somos perfeitos, sintamos isto mesmo; e, se sentis alguma coisa de outra maneira, também Deus vo-lo revelará.Mas, naquilo a que já chegamos, andemos segundo a mesma regra, e sintamos o mesmo.Sede também meus imitadores, irmãos, e tende cuidado, segundo o exemplo que tendes em nós, pelos que assim andam.Porque muitos há, dos quais muitas vezes vos disse, e agora também digo, chorando, que são inimigos da cruz de Cristo,Cujo fim é a perdição; cujo Deus é o ventre, e cuja glória é para confusão deles, que só pensam nas coisas terrenas.Mas a nossa cidade está nos céus, de onde também esperamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo,Que transformará o nosso corpo abatido, para ser conforme o seu corpo glorioso, segundo o seu eficaz poder de sujeitar também a si todas as coisas.
Agora fica a pergunta: Será qie nós, Cristãos estamos dispostos a viver essa renúncia de tudo o que temos e somos por amor a Cristo, ou preferimos viver sob os conselhos humanistas dos livros de auto-ajuda que são um paliativo para a nossa alma, que apenas mente a nosso respeito, já que é bem claro que somos todos pecadores desprezíveis e que necessitamos da graça e do amor incondicional de Deus, que não precisa que sejamos perfeitos para nos amar!
Se tivéssemos todo esse potencial construtivo dentro de nós porque depois de milhões de anos de existência ainda existe miséria, falata de compaixão, assassinatos, traições e todo tipo de desgraça entre nós? Já não era tempo de termos desenvolvido nossos pontenciais?
O verdadeiro amor prescinde de renúncia, para manifestar a bondade, o cuidado, a paciência,a benignidade, a paz todas as demais virtudes é necessário primeiro que deixemos de lado nossos títulos, soberbas e vontades! Quem está disposto a amar a Deus e aos homens?
Percebi que em todos eles o roteiro é basicamente o mesmo e sempre dizem algo do tipo: “O potencial está dentro de você”, ou “Siga o seu coração porque nele você achará as respostas”, ou ainda “Você não precisa de nada que você já não tenha, você é um vencedor”
É interessante ver o quanto as pessoas buscam se valorizar, seja por causa de sua linhagem, ou posição social, ou ainda por suas habilidades, mas do mesmo modo continuam sentindo-se desvalorizadas e impotentes.
Esses dias estive lendo o livro de Filipenses, que é uma carta que o apóstolo Paulo escreve para o povo de Filipos, e no capítulo 03 ele usa a sua vida como exemplo de renúncia, coisa que esses livros de auto-ajuda nem ousam citar, mas qe é a base do evangelho, já que Jesus Cristo renunciou ser Deus, para se tornar homem e ainda ser sacrificado em favor de nós. Esse é o amor de Deus, amor que requer renúncia!
Voltando a falar de Paulo, ele diz na carta: “Resta, irmãos meus, que vos regozijeis no Senhor. Não me aborreço de escrever-vos as mesmas coisas, e é segurança para vós.Guardai-vos dos cães, guardai-vos dos maus obreiros, guardai-vos da circuncisão;Porque a circuncisão somos nós, que servimos a Deus em espírito, e nos gloriamos em Jesus Cristo, e não confiamos na carne.Ainda que também podia confiar na carne; se algum outro cuida que pode confiar na carne, ainda mais eu:Circuncidado ao oitavo dia, da linhagem de Israel, da tribo de Benjamim, hebreu de hebreus; segundo a lei, fui fariseu;Segundo o zelo, perseguidor da igreja, segundo a justiça que há na lei, irrepreensível.Mas o que para mim era ganho reputei-o perda por Cristo.E, na verdade, tenho também por perda todas as coisas, pela excelência do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor; pelo qual sofri a perda de todas estas coisas, e as considero como escória, para que possa ganhar a Cristo,E seja achado nele, não tendo a minha justiça que vem da lei, mas a que vem pela fé em Cristo, a saber, a justiça que vem de Deus pela fé;Para conhecê-lo, e à virtude da sua ressurreição, e à comunicação de suas aflições, sendo feito conforme à sua morte;Para ver se de alguma maneira posso chegar à ressurreição dentre os mortos.Não que já a tenha alcançado, ou que seja perfeito; mas prossigo para alcançar aquilo para o que fui também preso por Cristo Jesus.Irmãos, quanto a mim, não julgo que o haja alcançado; mas uma coisa faço, e é que, esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão diante de mim,Prossigo para o alvo, pelo prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus.Por isso todos quantos já somos perfeitos, sintamos isto mesmo; e, se sentis alguma coisa de outra maneira, também Deus vo-lo revelará.Mas, naquilo a que já chegamos, andemos segundo a mesma regra, e sintamos o mesmo.Sede também meus imitadores, irmãos, e tende cuidado, segundo o exemplo que tendes em nós, pelos que assim andam.Porque muitos há, dos quais muitas vezes vos disse, e agora também digo, chorando, que são inimigos da cruz de Cristo,Cujo fim é a perdição; cujo Deus é o ventre, e cuja glória é para confusão deles, que só pensam nas coisas terrenas.Mas a nossa cidade está nos céus, de onde também esperamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo,Que transformará o nosso corpo abatido, para ser conforme o seu corpo glorioso, segundo o seu eficaz poder de sujeitar também a si todas as coisas.
Agora fica a pergunta: Será qie nós, Cristãos estamos dispostos a viver essa renúncia de tudo o que temos e somos por amor a Cristo, ou preferimos viver sob os conselhos humanistas dos livros de auto-ajuda que são um paliativo para a nossa alma, que apenas mente a nosso respeito, já que é bem claro que somos todos pecadores desprezíveis e que necessitamos da graça e do amor incondicional de Deus, que não precisa que sejamos perfeitos para nos amar!
Se tivéssemos todo esse potencial construtivo dentro de nós porque depois de milhões de anos de existência ainda existe miséria, falata de compaixão, assassinatos, traições e todo tipo de desgraça entre nós? Já não era tempo de termos desenvolvido nossos pontenciais?
O verdadeiro amor prescinde de renúncia, para manifestar a bondade, o cuidado, a paciência,a benignidade, a paz todas as demais virtudes é necessário primeiro que deixemos de lado nossos títulos, soberbas e vontades! Quem está disposto a amar a Deus e aos homens?
quarta-feira, 19 de maio de 2010
A felicidade
Nossa sociedade prega modelos de felicidade, a felicidade de shopping center, ou de propaganda de margarina e ainda o felizes para sempre dos casais de contos de fadas. Observando a minha vida vi que ela não se encaixa completamente em nenhum desses padrões, mas existem muitos momentos de alegria baseados neles, por exemplo: as vezes tenho a oportunidade de sair,viajar, ir ao cinema, comer em um lugar legal, ir a umas festinhas e outras coisinhas mais, isso tudo faz parte da felicidade shopping center, que só o dinheiro pode comprar, pelo menos é isso que parece, é um conceito de felicidade da sociedade hipermoderna totalmente baseado consumo de produtos e serviços. Não vou dizer que consumir não dá prazer, porque é óbvio que dá, são tantas as coisas que queremos e é tão bom quando conseguimos ter o que almejamos, mas essa “felicidade” acaba com ou sem o dinheiro pois os produtos e serviços só podem suprir necessidades externas, podem preencher o vazio de uma casa mas não de quem mora nessa casa. E é por isso que nunca poderemos ser felizes se baseamos nossa vida nesse conceito de felicidade, o que podemos ter no máximo são momentos de alegria.
Existe também a felicidade propaganda de margarina, baseada em uma família unida e feliz, com vizinhos ótimos e uma casa confortável. Ela parece bem mais bonitinha não é, baseada em união de pessoas em momentos de confraternização... o único problema é que ela reflete uma realidade utópica e quem busca esse tipo de felicidade sempre acaba se frustarando porque nem sempre os dias são bons, e por causa desse conceito fica bem mais complicado aceitar que os dias difíceis tem um propósito, que cada problema que temos pela frente serve para nosso crescimento. Quando baseamos a nossa felicidade nesses momentos, tudo tem que ser perfeito, sentimos a necessidade de sermos amados e aceitos por todas as pessoas, mas isso nunca acontece, e o resultado é sempre frustração. É claro que uma família unida e estar rodeado de pessoas que nos amam é muito bom e inclusive agradável aos olhos de Deus, como diz Salmos 133:1 “Oh! quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união.” Mas o máximo que esse modelo pode nos oferecer são momentos de alegria muito significativos.
Além desses conceitos também existe a felicidade baseada no amor conjugal. Muitas pessoas buscam o amor da sua vida, aquela pessoa que o complete, como se duas pessoas incompletas pudessem se completar e serem felizes para sempre. Assim com a “felicidade” do tipo propaganda de margarina esse modelo parece bonzinho mas também reflete uma realidade utópica da não existência dos problemas e conflitos. É claro que é importante encontrar uma pessoa para andar junto, para dividir, mas é exigir demais de alguém que nos complete, e é extamente essa exigência que não pode ser suprida que acaba com muitos relacionamentos trazendo sofrimento e frustração. A vida conjugal também traz muitos momentos de alegria sim, isso é inegável, pode perguntar a qualquer casal, mas também tem suas tensões e isso também é inegável.
Mas então qual seria o modelo de felicidade? Lendo o livro de Habacuque encontrei para a minha vida o conceito de felicidade, e me fez tão bem descobrir isso que quero dividí-lo com vocês. No capítulo 2, versos 19 a 19 diz o seguinte: “ Ouvi-o, e o meu íntimo se comoveu, à sua voz, tremeram os meus lábios; entrou a podridão nos meus ossos, e os joelhos me vacilaram, pois, em silêncio, devo esperar o dia da angustia, que virá contra o povo que nos acomete. Ainda que a figueira não floresça, nem haja fruto na vide; o produto da oliveira minta, e os campos não produzam mantimento; as ovelhas sejam arrebatadas do aprisco, e nos currais não haja gado, todavia eu me alegro no Senhor, exulto no Deus da minha salvação. O Senhor Deus é a minha fortaleza, e faz os meus pés como os da corsa, e me faz andar altaneiramente.” Então a felicidade não significa somente uma soma de momentos de alegria, mas é uma decisão de esperar no Senhor, esperar no sentido de colocar toda a esperança nEle. A Sua voz nos comove, ouví-lo faz cremos porque: “De sorte que a fé é pelo ouvir, e o ouvir pela palavra de Deus.” (Romanos 10:17) e quando cremos verdadeiramente nas suas promessas não há absolutamente nada que nos abale porque temos certeza da Sua fidelidade. Quando nos alegramos em Deus no dia da angústia, na esperança que Ele irá nos salvar de qualquer situação temos pés como os da corsa e andamos em lugares altos, pois quando andamos em lugares altos tudo o que está em baixo parece pequeno, os problemas gigantes, as tensões da vida, os obstáculos no caminho, tudo isso se torna pequeno porque andamos em lugares altos. Então é isso!!! Fomos escolhidos por Deus para andar em lugares altos! Para sermos felizes em qualquer circunstância!!!
Existe também a felicidade propaganda de margarina, baseada em uma família unida e feliz, com vizinhos ótimos e uma casa confortável. Ela parece bem mais bonitinha não é, baseada em união de pessoas em momentos de confraternização... o único problema é que ela reflete uma realidade utópica e quem busca esse tipo de felicidade sempre acaba se frustarando porque nem sempre os dias são bons, e por causa desse conceito fica bem mais complicado aceitar que os dias difíceis tem um propósito, que cada problema que temos pela frente serve para nosso crescimento. Quando baseamos a nossa felicidade nesses momentos, tudo tem que ser perfeito, sentimos a necessidade de sermos amados e aceitos por todas as pessoas, mas isso nunca acontece, e o resultado é sempre frustração. É claro que uma família unida e estar rodeado de pessoas que nos amam é muito bom e inclusive agradável aos olhos de Deus, como diz Salmos 133:1 “Oh! quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união.” Mas o máximo que esse modelo pode nos oferecer são momentos de alegria muito significativos.
Além desses conceitos também existe a felicidade baseada no amor conjugal. Muitas pessoas buscam o amor da sua vida, aquela pessoa que o complete, como se duas pessoas incompletas pudessem se completar e serem felizes para sempre. Assim com a “felicidade” do tipo propaganda de margarina esse modelo parece bonzinho mas também reflete uma realidade utópica da não existência dos problemas e conflitos. É claro que é importante encontrar uma pessoa para andar junto, para dividir, mas é exigir demais de alguém que nos complete, e é extamente essa exigência que não pode ser suprida que acaba com muitos relacionamentos trazendo sofrimento e frustração. A vida conjugal também traz muitos momentos de alegria sim, isso é inegável, pode perguntar a qualquer casal, mas também tem suas tensões e isso também é inegável.
Mas então qual seria o modelo de felicidade? Lendo o livro de Habacuque encontrei para a minha vida o conceito de felicidade, e me fez tão bem descobrir isso que quero dividí-lo com vocês. No capítulo 2, versos 19 a 19 diz o seguinte: “ Ouvi-o, e o meu íntimo se comoveu, à sua voz, tremeram os meus lábios; entrou a podridão nos meus ossos, e os joelhos me vacilaram, pois, em silêncio, devo esperar o dia da angustia, que virá contra o povo que nos acomete. Ainda que a figueira não floresça, nem haja fruto na vide; o produto da oliveira minta, e os campos não produzam mantimento; as ovelhas sejam arrebatadas do aprisco, e nos currais não haja gado, todavia eu me alegro no Senhor, exulto no Deus da minha salvação. O Senhor Deus é a minha fortaleza, e faz os meus pés como os da corsa, e me faz andar altaneiramente.” Então a felicidade não significa somente uma soma de momentos de alegria, mas é uma decisão de esperar no Senhor, esperar no sentido de colocar toda a esperança nEle. A Sua voz nos comove, ouví-lo faz cremos porque: “De sorte que a fé é pelo ouvir, e o ouvir pela palavra de Deus.” (Romanos 10:17) e quando cremos verdadeiramente nas suas promessas não há absolutamente nada que nos abale porque temos certeza da Sua fidelidade. Quando nos alegramos em Deus no dia da angústia, na esperança que Ele irá nos salvar de qualquer situação temos pés como os da corsa e andamos em lugares altos, pois quando andamos em lugares altos tudo o que está em baixo parece pequeno, os problemas gigantes, as tensões da vida, os obstáculos no caminho, tudo isso se torna pequeno porque andamos em lugares altos. Então é isso!!! Fomos escolhidos por Deus para andar em lugares altos! Para sermos felizes em qualquer circunstância!!!
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