Todos os cristãos têm em mente uma meta (ou pelo menos deviam ter...) : ser parecidos com Jesus.Na verdade isso está no propósito eterno de Deus, que é ter uma família com muitos filhos semelhantes a Jesus (o mais velho) para a glória de Deus Pai. Mas convenhamos que ser parecido com Jesus não é das tarefas mais fáceis... por muito tempo me perguntava como conseguiria, se algum dia chegaria lá então o Pai trouxe uma palavra ao meu coração que quero compartilhar.
Para que eu não desistisse foi extremamente importante saber que fui criada à semelhança de Jesus como diz em Gênesis 1:26 “E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; e domine sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre o gado, e sobre toda a terra, e sobre todo o réptil que se move sobre a terra.” isso faz parecer um pouco menos difícil. Mas mesmo assim somos muito diferentes, não fazemos coisas grandiosas como ele, e muitas vezes nos enrolamos com as palavras e reagimos de forma errada às situações, como poderemos saber a hora certa de fazer a coisa certa?
Foi a partir desses questionamentos e através da leitura da vida e obra de Jesus na bíblia que pude compreender como ele estava sempre ligado a Deus Pai, não só em seus momentos de oração, mas em cada segundo ele sabia o que fazer porque sabia qual era a vontade do Pai que o enviara porque o Espírito de Deus estava ali com ele todo o tempo, o mesmo Espírito que ele deixou conosco como consolador como está escrito em João 16:7 Todavia digo-vos a verdade, que vos convém que eu vá; porque, se eu não for, o Consolador não virá a vós; mas, quando eu for, vo-lo enviarei.” E é assim que conseguiremos ser como Jesus mesmo tendo nossas imperfeições, se nos deixarmos guiar pelo Espírito Santo de Deus que nos fará ver a verdade e agir conforme a vontade do Pai mesmo que pareça loucura ou muito difícil. Quando somos guiados pelo Espírito não carregamos o peso da responsabilidade de acertar, fazer e falar a coisa certa porque ele nunca erra.
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sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
É tempo de figos
Este 31 de dezembro foi pra mim um tanto estranho sabe... todos comemoravam uma virada de ano, uma mudança de estação, a chegada de um novo tempo, uma nova etapa de vida. Mas eu estava totalmente indiferente a isso, esse dia não significou absolutamente nada para mim, foi como estar em uma festa de família e esperar que chegasse o próximo dia como sempre acontece... foi nesse momento que eu percebi como Deus estava mudando a minha visão do tempo. Espero que isto também seja revelado a você também para que possamos compreender e viver de acordo com o tempo de Deus.
Primeiramente gostaria de esclarecer que quando falamos que o tempo de Deus é diferente do tempo do mundo não devemos menosprezar o tempo do mundo como se ele fosse algo maligno, de forma alguma! O tempo humano foi criado por Deus, e a única coisa que nós fizemos foi descobrir formas de mensurá-lo, por isso de humano ele nada tem. Deus criou dias e noites como está escrito em Gênesis 1:16-18 “ Fez Deus dois grandes luzeiros: o maior para governar o dia, e o menor para governar a noite; e fez também as estrelas. E os colocou no firmamento dos céus para alumiarem a terra, para governarem o dia e a noite e fazerem separação entre a luz e as trevas. E viu Deus que isso era bom.” E juntamente com dias e noites Ele coordenou os movimentos terrestres criando as estações que orientam nossa sobrevivência na terra já que originalmente o homem vive da caça e do cultivo da terra.
Mas algo me intrigou nessa relação entre tempo natural e tempo espiritual, afinal nós somos seres espirituais vivendo na dimensão natural temporariamente, então qual dos tempos deve nos orientar? A resposta a esta pergunta é bem mais simples do que parece. Para compreender melhor vamos ao livro de Marcos 11:13-14 “ E, vendo de longe uma figueira com folhas, foi ver se nela, porventura, acharia alguma cousa. Aproximando-se dela, nada achou, senão folhas; porque não era tempo de figos. Então, lhe disse Jesus: Nunca jamais coma alguém fruto de ti! E seus discípulos ouviram isto.” Nesse momento a gente pensa... mas não era tempo de figos, como ele queria que ela desse figos?
Como eu disse anteriormente somos na essência seres espirituais, mas a bíblia diz que enquanto não temos comunhão com Deus estamos espiritualmente mortos como diz no livro de Efésios 2:4-5 “Mas Deus, sendo rico em misericórdia, por causa do grande amor com que nos amou, e estando nós mortos em nossos delitos, nos deu vida juntamente com Cristo,- pela graça sois salvos”, então quando estamos espiritualmente mortos só podemos ser guiados pelo tempo natural que aprendemos a medir e não temos a consciência do tempo espiritual, mas quando aceitamos a vida de Deus aceitamos também fazer parte do seu tempo e apesar de vivermos sob o tempo natural não somos guiados por ele, não é Ele quem tem significado para nossas vidas porque quando a vontade de Deus se manifesta não há mal tempo que impeça. Como a figueira que não tinha espírito e Jesus a usou como exemplo, Ele podia fazer surgirem frutos nela, mas queria mostrar aos discípulos que só se faz a vontade de Deus estando ligado ao tempo e às estações espirituais. Como seres espirituais temos que estar atentos à vontade de Deus e não deixar que o tempo natural nos domine pois qualquer hora pode ser tempo de figos!
Primeiramente gostaria de esclarecer que quando falamos que o tempo de Deus é diferente do tempo do mundo não devemos menosprezar o tempo do mundo como se ele fosse algo maligno, de forma alguma! O tempo humano foi criado por Deus, e a única coisa que nós fizemos foi descobrir formas de mensurá-lo, por isso de humano ele nada tem. Deus criou dias e noites como está escrito em Gênesis 1:16-18 “ Fez Deus dois grandes luzeiros: o maior para governar o dia, e o menor para governar a noite; e fez também as estrelas. E os colocou no firmamento dos céus para alumiarem a terra, para governarem o dia e a noite e fazerem separação entre a luz e as trevas. E viu Deus que isso era bom.” E juntamente com dias e noites Ele coordenou os movimentos terrestres criando as estações que orientam nossa sobrevivência na terra já que originalmente o homem vive da caça e do cultivo da terra.
Mas algo me intrigou nessa relação entre tempo natural e tempo espiritual, afinal nós somos seres espirituais vivendo na dimensão natural temporariamente, então qual dos tempos deve nos orientar? A resposta a esta pergunta é bem mais simples do que parece. Para compreender melhor vamos ao livro de Marcos 11:13-14 “ E, vendo de longe uma figueira com folhas, foi ver se nela, porventura, acharia alguma cousa. Aproximando-se dela, nada achou, senão folhas; porque não era tempo de figos. Então, lhe disse Jesus: Nunca jamais coma alguém fruto de ti! E seus discípulos ouviram isto.” Nesse momento a gente pensa... mas não era tempo de figos, como ele queria que ela desse figos?
Como eu disse anteriormente somos na essência seres espirituais, mas a bíblia diz que enquanto não temos comunhão com Deus estamos espiritualmente mortos como diz no livro de Efésios 2:4-5 “Mas Deus, sendo rico em misericórdia, por causa do grande amor com que nos amou, e estando nós mortos em nossos delitos, nos deu vida juntamente com Cristo,- pela graça sois salvos”, então quando estamos espiritualmente mortos só podemos ser guiados pelo tempo natural que aprendemos a medir e não temos a consciência do tempo espiritual, mas quando aceitamos a vida de Deus aceitamos também fazer parte do seu tempo e apesar de vivermos sob o tempo natural não somos guiados por ele, não é Ele quem tem significado para nossas vidas porque quando a vontade de Deus se manifesta não há mal tempo que impeça. Como a figueira que não tinha espírito e Jesus a usou como exemplo, Ele podia fazer surgirem frutos nela, mas queria mostrar aos discípulos que só se faz a vontade de Deus estando ligado ao tempo e às estações espirituais. Como seres espirituais temos que estar atentos à vontade de Deus e não deixar que o tempo natural nos domine pois qualquer hora pode ser tempo de figos!
segunda-feira, 28 de dezembro de 2009
JUSTIFICATIVA
Quando falamos com pessoas que não acreditam na existência de Deus ou que estão revoltadas contra Ele, é comum termos a seguinte justificativa: Se Deus existisse ou se importasse conosco não haveria fome, miséria, catástrofes naturais e outras coisas desse tipo! Nessa hora muitos dos que crêem ficam até sem palavras porque também não tem o entendimento a respeito dessas coisas.
Lendo a bíblia esses dias pude compreender como até a fome, miséria e guerras e grandes catástrofes são prova do amor de Deus pela humanidade. Perece absurdo?! Sim, mas vou tentar explicar.
Nos evangelhos encontramos passagens nas quais Jesus fala da sua vinda. Em Marcos 13, nos versos 4 a 13 diz: “Dize-nos quando sucederão estas coisas, e que sinal haverá quando todas elas estiverem para cumprir-se. Então, Jesus passou a dizer-lhes: Vede que ninguém vos engane. Muitos virão em meu nome, dizendo: Sou eu; e enganarão a muitos. Quando, porém, ouvirdes falar de guerras e rumores de guerras, não vos assusteis; é necessário assim acontecer, mas ainda não é o fim. Porque se levantará nação contra nação, e reino, contra reino. Haverá terremotos em vários lugares e também fomes. Estas coisas são o princípio das dores. Estai vós de sobreaviso, porque vos entregarão aos tribunais e às sinagogas; sereis açoitados, e vos farão comparecer à presença de governadores e reis, por minha causa, para lhes servir de testemunho. Mas é necessário que primeiro o evangelho seja pregado a todas as nações. Quando, pois, vos levarem e vos entregarem, não vos preocupeis com o que haveis de dizer, mas o que vos for concedido naquela hora, isso falai; porque não sois vós os que falais, mas o Espírito Santo. Um irmão entregará à morte outro irmão, e o pai, ao filho; filhos haverá que se levantarão contra os progenitores e os matarão. Sereis odiados de todos por causa do meu nome; aquele, porém, que perseverar até ao fim, esse será salvo.”
Depois de ler este trecho, ainda não fica totalmente claro, afinal esses seriam sinais da sua volta. Pensando bem, qual seria o motivo de Deus nos enviar sinais quando se aproxima o retorno do seu filho senão para nos prepararmos?! Para que tenhamos tempo de nos arrepender, sermos salvos e pregar o evangelho do Reino. Deus ama todas as pessoas de todas as gerações e não quer que nenhum se perca, então desde que Jesus subiu aos céus Ele começou a nos enviar esses sinais, para não ficarmos com nosso espírito adormecido como diz Marcos 13:35-36 “Vigiai, pois, porque não sabeis quando virá o dono da casa: se à tarde, se à meia-noite, se ao cantar do galo, se pela manhã; para que, vindo ele inesperadamente, não vos ache dormindo.” Todas essas coisas acontecem para não esquecermos da sua volta, para que quando acontecer estejamos vigiando e fazendo a sua vontade que é cuidar da sua casa, que é esta terra e as pessoas que nela vivem. Até as catástrofes são prova do amor de Deus! E nós saberemos quando que está próximo o fim pela sua intensidade e não pelo simples fato de elas acontecerem, por isso elas acontecem a muito tempo para que nenhuma geração se perca, mas estejam todas vigilantes!
Na verdade todo esse aparente mal não é justificativa da não existência ou do não amor de Deus, mas do seus extremo cuidado conosco utilizando a manifestação da sua justiça sobre a terra como forma de sinal para que não nos esqueçamos dEle de acordo com a tendência da nossa carne!
Lendo a bíblia esses dias pude compreender como até a fome, miséria e guerras e grandes catástrofes são prova do amor de Deus pela humanidade. Perece absurdo?! Sim, mas vou tentar explicar.
Nos evangelhos encontramos passagens nas quais Jesus fala da sua vinda. Em Marcos 13, nos versos 4 a 13 diz: “Dize-nos quando sucederão estas coisas, e que sinal haverá quando todas elas estiverem para cumprir-se. Então, Jesus passou a dizer-lhes: Vede que ninguém vos engane. Muitos virão em meu nome, dizendo: Sou eu; e enganarão a muitos. Quando, porém, ouvirdes falar de guerras e rumores de guerras, não vos assusteis; é necessário assim acontecer, mas ainda não é o fim. Porque se levantará nação contra nação, e reino, contra reino. Haverá terremotos em vários lugares e também fomes. Estas coisas são o princípio das dores. Estai vós de sobreaviso, porque vos entregarão aos tribunais e às sinagogas; sereis açoitados, e vos farão comparecer à presença de governadores e reis, por minha causa, para lhes servir de testemunho. Mas é necessário que primeiro o evangelho seja pregado a todas as nações. Quando, pois, vos levarem e vos entregarem, não vos preocupeis com o que haveis de dizer, mas o que vos for concedido naquela hora, isso falai; porque não sois vós os que falais, mas o Espírito Santo. Um irmão entregará à morte outro irmão, e o pai, ao filho; filhos haverá que se levantarão contra os progenitores e os matarão. Sereis odiados de todos por causa do meu nome; aquele, porém, que perseverar até ao fim, esse será salvo.”
Depois de ler este trecho, ainda não fica totalmente claro, afinal esses seriam sinais da sua volta. Pensando bem, qual seria o motivo de Deus nos enviar sinais quando se aproxima o retorno do seu filho senão para nos prepararmos?! Para que tenhamos tempo de nos arrepender, sermos salvos e pregar o evangelho do Reino. Deus ama todas as pessoas de todas as gerações e não quer que nenhum se perca, então desde que Jesus subiu aos céus Ele começou a nos enviar esses sinais, para não ficarmos com nosso espírito adormecido como diz Marcos 13:35-36 “Vigiai, pois, porque não sabeis quando virá o dono da casa: se à tarde, se à meia-noite, se ao cantar do galo, se pela manhã; para que, vindo ele inesperadamente, não vos ache dormindo.” Todas essas coisas acontecem para não esquecermos da sua volta, para que quando acontecer estejamos vigiando e fazendo a sua vontade que é cuidar da sua casa, que é esta terra e as pessoas que nela vivem. Até as catástrofes são prova do amor de Deus! E nós saberemos quando que está próximo o fim pela sua intensidade e não pelo simples fato de elas acontecerem, por isso elas acontecem a muito tempo para que nenhuma geração se perca, mas estejam todas vigilantes!
Na verdade todo esse aparente mal não é justificativa da não existência ou do não amor de Deus, mas do seus extremo cuidado conosco utilizando a manifestação da sua justiça sobre a terra como forma de sinal para que não nos esqueçamos dEle de acordo com a tendência da nossa carne!
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
Sinais
Vez ou outra, pedimos a Deus que nos envie sinais para que a nossa fé seja fortalecida. Sim, sinais!!! Uma cura milagrosa, um trovão, uma chuva, um transformar de água em vinho, esse tipo de coisa que para nós é extraordinário, mas para Deus não significa absolutamente nada.
No livro de Marcos, capítulo 8, versos 11 e 12, os fariseus pedem um sinal, e vejamos a resposta de Jesus: “E, saindo os fariseus, puseram-se a discutir com ele; e, tentando-o, pediram-lhe um sinal do céu. Jesus, porém, arrancou do íntimo do seu espírito um gemido e disse: Por que pede esta geração um sinal?Em verdade vos digo, que a esta geração não se lhe dará sinal algum.” Agora vamos contextualizar esse trecho. Esse pedido foi feito a Jesus após a segunda multiplicação de pães e peixes, nesse momento muitos sinais já haviam sido dados e mesmo assim ainda havia incredulidade no meio do povo. Isso é incrível! Aí nós pensamos... que povo incrédulo! Ah se eu tivesse visto e vivido tudo isso eu não teria dificuldade em crer! Mas será mesmo?
Até os discípulos de Jesus que andavam com ele eram constantemente postos a prova e chamados atenção por causa da sua falta de fé. Vejamos o livro de Marcos. No capítulo 6 acontece a primeira multiplicação de pães e peixes, na qual Jesus alimenta 50.000 homens com 5 pães e 2 peixes, sobrando ainda 12 cestos cheios. Logo após esse grandioso milagre Ele compeliu seus discípulos a embarcarem para encontrarem ele na outra margem e durante o trajeto ele encontra com eles andando por sobre as águas. Essa é uma história muito conhecida da bíblia, mas o que me chamou atenção nessa ocasião é que eles não creram quando viram Jesus andando por sobre as água mesmo após acabarem de passar por essa experiência milagrosa de multiplicação. Como é possível?! E nas nossas vidas quais tem sido os sinais e maravilhas que Deus tem feito que não temos compreendido? Por que não compreendemos? Todos os dias acordamos, respiramos, comemos, rimos, Deus nos livra do mal, supre nossas necessidades e nos dá muito mais do que merecemos. Por que não entendemos seus sinais? Por que continuamos a pedir sinais?
O que podemos aprender com os discípulos de Jesus é que a não compreensão dos sinais e a falta de fé acontecem por causa da dureza do nosso coração. Vejamos: “porque não haviam compreendido o milagre dos pães; antes, o seu coração estava endurecido.” (Marcos 6:52). “Jesus, percebendo-o, lhes perguntou: Por que discorreis sobre o não terdes pão? Ainda não considerastes, nem compreendestes? Tendes o coração endurecido?(Marcos 8:17). “Então Jesus lhes disse: Ó geração incrédula, até quando estarei convosco? Até quando vos sofrerei? Trazei-mo.” (Marcos 9:19)
Eis a resposta para nossos questionamentos! Ao invés de sinais o que devemos pedir a Deus é um coração quebrantado diante dEle para que possamos compreender seus princípios eternos e entender os sinais que Ele tem enviado a nós desde sempre! A fé não é fortalecida através de sinais e maravilhas, mas de um íntimo relacionamento cm Deus, e não é instantânea, mas é forjada a cada dia juntamente com o caráter de Cristo em nós!
No livro de Marcos, capítulo 8, versos 11 e 12, os fariseus pedem um sinal, e vejamos a resposta de Jesus: “E, saindo os fariseus, puseram-se a discutir com ele; e, tentando-o, pediram-lhe um sinal do céu. Jesus, porém, arrancou do íntimo do seu espírito um gemido e disse: Por que pede esta geração um sinal?Em verdade vos digo, que a esta geração não se lhe dará sinal algum.” Agora vamos contextualizar esse trecho. Esse pedido foi feito a Jesus após a segunda multiplicação de pães e peixes, nesse momento muitos sinais já haviam sido dados e mesmo assim ainda havia incredulidade no meio do povo. Isso é incrível! Aí nós pensamos... que povo incrédulo! Ah se eu tivesse visto e vivido tudo isso eu não teria dificuldade em crer! Mas será mesmo?
Até os discípulos de Jesus que andavam com ele eram constantemente postos a prova e chamados atenção por causa da sua falta de fé. Vejamos o livro de Marcos. No capítulo 6 acontece a primeira multiplicação de pães e peixes, na qual Jesus alimenta 50.000 homens com 5 pães e 2 peixes, sobrando ainda 12 cestos cheios. Logo após esse grandioso milagre Ele compeliu seus discípulos a embarcarem para encontrarem ele na outra margem e durante o trajeto ele encontra com eles andando por sobre as águas. Essa é uma história muito conhecida da bíblia, mas o que me chamou atenção nessa ocasião é que eles não creram quando viram Jesus andando por sobre as água mesmo após acabarem de passar por essa experiência milagrosa de multiplicação. Como é possível?! E nas nossas vidas quais tem sido os sinais e maravilhas que Deus tem feito que não temos compreendido? Por que não compreendemos? Todos os dias acordamos, respiramos, comemos, rimos, Deus nos livra do mal, supre nossas necessidades e nos dá muito mais do que merecemos. Por que não entendemos seus sinais? Por que continuamos a pedir sinais?
O que podemos aprender com os discípulos de Jesus é que a não compreensão dos sinais e a falta de fé acontecem por causa da dureza do nosso coração. Vejamos: “porque não haviam compreendido o milagre dos pães; antes, o seu coração estava endurecido.” (Marcos 6:52). “Jesus, percebendo-o, lhes perguntou: Por que discorreis sobre o não terdes pão? Ainda não considerastes, nem compreendestes? Tendes o coração endurecido?(Marcos 8:17). “Então Jesus lhes disse: Ó geração incrédula, até quando estarei convosco? Até quando vos sofrerei? Trazei-mo.” (Marcos 9:19)
Eis a resposta para nossos questionamentos! Ao invés de sinais o que devemos pedir a Deus é um coração quebrantado diante dEle para que possamos compreender seus princípios eternos e entender os sinais que Ele tem enviado a nós desde sempre! A fé não é fortalecida através de sinais e maravilhas, mas de um íntimo relacionamento cm Deus, e não é instantânea, mas é forjada a cada dia juntamente com o caráter de Cristo em nós!
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
Juventude
“Jovens, eu vos escrevi, porque sois fortes, e a palavra de Deus permanece em vós, e tendes vencido o maligno.” I João 2:14b
Esses dias, estive lendo no livro de Mateus a parábola dos trabalhadores da vinha, na qual o dono de uma vinha convoca trabalhadores pela manhã, bem cedo, e combina de pagar-lhes um denário por dia. Mais tarde ele chama outros trabalhadores, e perto do fim do expediente chama mais alguns dizendo-lhes que pagará a eles o que é justo. Ao fim do dia ele chama todos, começando pelos últimos e paga um denário a cada trabalhador não importando quanto tempo ele trabalhou. E Jesus diz que é assim o reino de Deus, mesmo que a gente entre no fim da obra receberemos a mesma recompensa de quem já está lá desde o começo e gastou mais tempo da sua vida nela.
É baseado nisso que muitos jovens preferem curtir a sua vida e deixar para ter um compromisso sério com Deus quando estiverem mais velhos. Parece lógico não?! Mas não é bem assim... Vamos descartar o fato de que a nossa vida pode acabar a qualquer momento porque Deus não nos convence com ameaças já que é amoroso e misericordioso.
Vamos pensar um pouco em nossas vontades, quais são elas? O que são as coisas boa dessa vida? Essas respostas são simples e todo mundo vai saber responder, usar drogas por exemplo, inicialmente são uma perfeita fuga de qualquer sofrimento, é muito simples mudar algumas coisas nas nossas sinapses (impulsos cerebrais) e estimularmos o bem-estar, e não venha me dizer que isso é ruim..., mentir para se livrar de situações embaraçosas é muito prazeroso também, afinal, pra que encarar a realidade?! Ser egoísta é muito bom, pois alguém tem que pensar no nosso bem-estar e ninguém melhor do que nós mesmo, não?! São essas e muitas outras as coisas boas dessa vida, não tente me enganar dizendo que não são boas porque se não fossem não haveriam tantas pessoas vivendo isso tudo.
O que faz toda a diferença é termos uma visão mais ampla de toda a situação. Além de vermos o bem-estar momentâneo é importante vermos as conseqüências de todos os nosso atos. A bíblia é bem clara quanto a isso quando diz “Alegra-te, jovem, na tua juventude, e recrei-se o teu coração nos dias da tua mocidade; anda pelos caminhos que satisfazem ao teu coração e agradam aos teus olhos; sabe, porém, que de todas estas cousas Deus te pedirá contas. Afasta, pois, do teu coração o desgosto e remove da tua carne a dor, porque a juventude e a primavera da vida são vaidade.” (Eclesiastes 11:9-10). Observando por esse ângulo damos razão a Jesus quando ele diz: “Porque aquele que quiser salvar a sua vida, perdê-la-á, e quem perder a sua vida por amor de mim, achá-la-á.” (Mateus 16:25) Os prazeres dessa vida nos privam da vida em abundancia porque eles são ilusão e não verdade, a mentira é uma ilusão, as drogas são uma ilusão, o egoísmos é ilusão, a prostituição é ilusão, nada disso traz alegria real porque são falsos e só somos livres disso tudo quando conhecemos a verdade. “E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.” (João 8:32) e a verdade é Jesus, como ele mesmo disse em João 14:6 “Respondeu-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim.”
Jesus é um grande exemplo pra nós, ele entregou a sua juventude por amor a nós e obediência ao Pai, cumpriu o propósito desde muito novo e morreu pelos nossos pecados aos 33 anos. Aí a gente se pergunta... mas por que Deus quer que comecemos desde cedo enquanto estamos jovens? A resposta é simples... Ele quer que a gente não perca a nossa juventude mas quer que vivamos essa fase de maior vigor e força de forma plena fazendo aquilo para o qual fomos criados. Temos que aproveitar a juventude para nos apoderarmos do Reino de Deus porque “E desde os dias de João, o Batista, até agora, o reino dos céus é tomado a força, e os violentos o tomam de assalto.” (Mateus 11:12) Então, que tal usarmos o auge da nossa energia e força, a juventude, para alcançar o reino de Deus?!
Esses dias, estive lendo no livro de Mateus a parábola dos trabalhadores da vinha, na qual o dono de uma vinha convoca trabalhadores pela manhã, bem cedo, e combina de pagar-lhes um denário por dia. Mais tarde ele chama outros trabalhadores, e perto do fim do expediente chama mais alguns dizendo-lhes que pagará a eles o que é justo. Ao fim do dia ele chama todos, começando pelos últimos e paga um denário a cada trabalhador não importando quanto tempo ele trabalhou. E Jesus diz que é assim o reino de Deus, mesmo que a gente entre no fim da obra receberemos a mesma recompensa de quem já está lá desde o começo e gastou mais tempo da sua vida nela.
É baseado nisso que muitos jovens preferem curtir a sua vida e deixar para ter um compromisso sério com Deus quando estiverem mais velhos. Parece lógico não?! Mas não é bem assim... Vamos descartar o fato de que a nossa vida pode acabar a qualquer momento porque Deus não nos convence com ameaças já que é amoroso e misericordioso.
Vamos pensar um pouco em nossas vontades, quais são elas? O que são as coisas boa dessa vida? Essas respostas são simples e todo mundo vai saber responder, usar drogas por exemplo, inicialmente são uma perfeita fuga de qualquer sofrimento, é muito simples mudar algumas coisas nas nossas sinapses (impulsos cerebrais) e estimularmos o bem-estar, e não venha me dizer que isso é ruim..., mentir para se livrar de situações embaraçosas é muito prazeroso também, afinal, pra que encarar a realidade?! Ser egoísta é muito bom, pois alguém tem que pensar no nosso bem-estar e ninguém melhor do que nós mesmo, não?! São essas e muitas outras as coisas boas dessa vida, não tente me enganar dizendo que não são boas porque se não fossem não haveriam tantas pessoas vivendo isso tudo.
O que faz toda a diferença é termos uma visão mais ampla de toda a situação. Além de vermos o bem-estar momentâneo é importante vermos as conseqüências de todos os nosso atos. A bíblia é bem clara quanto a isso quando diz “Alegra-te, jovem, na tua juventude, e recrei-se o teu coração nos dias da tua mocidade; anda pelos caminhos que satisfazem ao teu coração e agradam aos teus olhos; sabe, porém, que de todas estas cousas Deus te pedirá contas. Afasta, pois, do teu coração o desgosto e remove da tua carne a dor, porque a juventude e a primavera da vida são vaidade.” (Eclesiastes 11:9-10). Observando por esse ângulo damos razão a Jesus quando ele diz: “Porque aquele que quiser salvar a sua vida, perdê-la-á, e quem perder a sua vida por amor de mim, achá-la-á.” (Mateus 16:25) Os prazeres dessa vida nos privam da vida em abundancia porque eles são ilusão e não verdade, a mentira é uma ilusão, as drogas são uma ilusão, o egoísmos é ilusão, a prostituição é ilusão, nada disso traz alegria real porque são falsos e só somos livres disso tudo quando conhecemos a verdade. “E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.” (João 8:32) e a verdade é Jesus, como ele mesmo disse em João 14:6 “Respondeu-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim.”
Jesus é um grande exemplo pra nós, ele entregou a sua juventude por amor a nós e obediência ao Pai, cumpriu o propósito desde muito novo e morreu pelos nossos pecados aos 33 anos. Aí a gente se pergunta... mas por que Deus quer que comecemos desde cedo enquanto estamos jovens? A resposta é simples... Ele quer que a gente não perca a nossa juventude mas quer que vivamos essa fase de maior vigor e força de forma plena fazendo aquilo para o qual fomos criados. Temos que aproveitar a juventude para nos apoderarmos do Reino de Deus porque “E desde os dias de João, o Batista, até agora, o reino dos céus é tomado a força, e os violentos o tomam de assalto.” (Mateus 11:12) Então, que tal usarmos o auge da nossa energia e força, a juventude, para alcançar o reino de Deus?!
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
Obra
Ultimamente, lendo o livro de Mateus tenho compreendido muito sobre fazer a obra que Deus designou para mim, e creio que isso serve para cada um de nós. Com base no fato de que tudo tem um propósito e que Deus criou cada um de nós para uma tarefa específica e nos deu todas as ferramentas para a cumprirmos como está escrito em Isaías 49:5 “Mas agora diz o Senhor, que me formou desde o ventre para ser seu servo, para que torne a trazer Jacó e para reunir Israel a ele, porque sou glorificado perante o Senhor, meu Deus é a minha força.”, podemos concluir que nossas qualidades, e talentos identificam quem somos em Deus e qual é a nossa função.
Em Mateus 11 vemos que João reconhece que Jesus é aquele a quem ele anunciava pelas suas obras. “Quando João ouviu, no cárcere, falar das obras de Cristo, mandou por seus discípulos perguntar-lhe: És tu aquele que estava para vir ou havemos de esperar outro? E Jesus, respondendo, disse-lhes: Ide e anunciai a João o que estais ouvindo e vendo: os cegos vêem, os coxos andam, os leprosos são purificados, os surdos ouvem, os mortos são ressuscitados, e aos pobres está sendo pregado o evangelho.” (Mateus 11: 2-5) Jesus nem precisou dizer quem ele era mas suas obras já o revelaram. Assim como conhecemos uma árvore por seus frutos, as pessoas sabem quem somos pelo modo como vivemos e pelo que fazemos. “Pelos seus frutos os conhecereis.” (Mateus 7:16A).
Deus nos chamou para participar do seu grande plano, isso é uma grande honra mas não é uma tarefa fácil. Não podemos nos enganar dizendo que a partir do momento que decidimos seguir e obedecer a Deus nossa vida não terá dificuldades já que o próprio Deus fala das adversidades pelas quais passam os seus servos, mas Ele também dá todas as instruções para que possamos vencê-las e além de tudo está conosco e nunca nos desamparará. “Eis que eu vos envio como ovelhas para o meio de lobos; sede, portanto, prudentes como as serpentes e simples como as pombas. E acautelai-vos dos homens; porque vos entregarão aos tribunais e vos açoitarão nas suas sinagogas; por minha causa sereis levados à presença de governadores e de reis, para lhes servir de testemunho, a eles e aos gentios. E, quando vos entregarem, não cuideis em como ou o que haveis de falar, porque, naquela hora, vos será concedido o que haveis de dizer, visto que não sois vós que falais, mas o Espírito de vosso Pai é quem fala em vós.” (Mateus 10:16-20).
Mas apesar das lutas e dificuldades há uma boa notícia em relação ao nosso chamado. Quando cumprimos o propósito temos paz e fazer a obra não é um peso porque Jesus não veio colocar em nós um fardo, mas veio para aliviar o peso, para que não mais carregássemos peso já que é o Espírito do Pai que fala em nós e não precisamos nos preocupar com nada na hora de fazer a obra a não ser obedecer a Deus. E Jesus nos convida a ir até ele e tirarmos esses fardos de sobre nós nos entregando em dependência total ao Pai assim como ele fez. “Vinde a mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para a vossa alma. Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve.” (Mateus 11:28-30).
Parece um paradoxo, mas é o que Deus quer de nós, que cumpramos a carreira para a qual Ele mesmo nos designou descansando nEle, e isso será testemunho diante dos homens e não será um peso para nós.
Em Mateus 11 vemos que João reconhece que Jesus é aquele a quem ele anunciava pelas suas obras. “Quando João ouviu, no cárcere, falar das obras de Cristo, mandou por seus discípulos perguntar-lhe: És tu aquele que estava para vir ou havemos de esperar outro? E Jesus, respondendo, disse-lhes: Ide e anunciai a João o que estais ouvindo e vendo: os cegos vêem, os coxos andam, os leprosos são purificados, os surdos ouvem, os mortos são ressuscitados, e aos pobres está sendo pregado o evangelho.” (Mateus 11: 2-5) Jesus nem precisou dizer quem ele era mas suas obras já o revelaram. Assim como conhecemos uma árvore por seus frutos, as pessoas sabem quem somos pelo modo como vivemos e pelo que fazemos. “Pelos seus frutos os conhecereis.” (Mateus 7:16A).
Deus nos chamou para participar do seu grande plano, isso é uma grande honra mas não é uma tarefa fácil. Não podemos nos enganar dizendo que a partir do momento que decidimos seguir e obedecer a Deus nossa vida não terá dificuldades já que o próprio Deus fala das adversidades pelas quais passam os seus servos, mas Ele também dá todas as instruções para que possamos vencê-las e além de tudo está conosco e nunca nos desamparará. “Eis que eu vos envio como ovelhas para o meio de lobos; sede, portanto, prudentes como as serpentes e simples como as pombas. E acautelai-vos dos homens; porque vos entregarão aos tribunais e vos açoitarão nas suas sinagogas; por minha causa sereis levados à presença de governadores e de reis, para lhes servir de testemunho, a eles e aos gentios. E, quando vos entregarem, não cuideis em como ou o que haveis de falar, porque, naquela hora, vos será concedido o que haveis de dizer, visto que não sois vós que falais, mas o Espírito de vosso Pai é quem fala em vós.” (Mateus 10:16-20).
Mas apesar das lutas e dificuldades há uma boa notícia em relação ao nosso chamado. Quando cumprimos o propósito temos paz e fazer a obra não é um peso porque Jesus não veio colocar em nós um fardo, mas veio para aliviar o peso, para que não mais carregássemos peso já que é o Espírito do Pai que fala em nós e não precisamos nos preocupar com nada na hora de fazer a obra a não ser obedecer a Deus. E Jesus nos convida a ir até ele e tirarmos esses fardos de sobre nós nos entregando em dependência total ao Pai assim como ele fez. “Vinde a mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para a vossa alma. Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve.” (Mateus 11:28-30).
Parece um paradoxo, mas é o que Deus quer de nós, que cumpramos a carreira para a qual Ele mesmo nos designou descansando nEle, e isso será testemunho diante dos homens e não será um peso para nós.
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Culto
Geralmente aos domingos muitos de nós dizemos ou ouvimos: “A que bom! Hoje vou ao culto receber uma palavra de Deus!” Isso soa tão natural não é mesmo! Mas durante alguns meses essa coisa tão natural entre quem freqüenta igrejas, seja elas quais forem e de qualquer religião tem me incomodado de forma estupenda. Esse é o real sentido do culto?
Voltemo-nos novamente para o nosso amigo dicionário. A palavra culto designa a forma pela qual prestamos uma homenagem a Deus; veneração; respeito; amor intenso. Agora vamos ao que estava escrito muito antes do dicionário, à verdade da palavra de Deus. Desde que o homem foi feito o primeiro tabernáculo nos tempos de Moisés a finalidade dele era achegar o povo a Deus para oferecer sacrifícios. Em Êxodo 29:42-46 está escrito: “Este será o holocausto continuo por vossas gerações, à porta da tenda da congregação, perante o Senhor, onde vos encontrarei, para falar contigo ali. E ali virei aos filhos de Israel, para que por minha glória sejam santificados, e santificarei a tenda da congregação e o altar; também santificarei a Arão e seus filhos, para que me administrem o sacerdócio.E habitarei no meio dos filhos de Israel, e lhes serei o seu Deus. E saberão que eu sou o Senhor seu Deus, que os tenho tirado da terra do Egito, para habitar no meio deles. Eu sou o Senhor seu Deus.” O objetivo primeiro do tabernáculo era oferecer sacrifícios a Deus para ser santificados por sua glória.
É engraçado que quando vamos às nossas congregações nem lembramos de sacrifícios, queremos mesmo é ir lá para ouvir uma palavra que vá saciar a nossa fome. Não que eu seja contra ouvir a palavra de Deus nas igrejas, até porque Deus também queria que o povo fosse ao tabernáculo para falar com ele como está escrito em êxodo. O que acontece é que só nos lembramos da parte “boa” por assim dizer, vamos só para receber, quando saímos de casa muitas vezes nossos corações não estão ansiosos para oferecer sacrifício a Deus, para oferecer o melhor louvor mesmo que não cantemos tão bem, para oferecer a maior atenção porque afinal de contas, Ele é digno. Precisamos tomar muito cuidado para não irmos aos cultos adorar a nós mesmos querendo que Deus nos sirva, que Ele nos diga que somos dignos de alguma coisa, ou buscando as respostas das nossas orações.
O único que é digno de receber toda a honra é o Senhor, talvez nossa maneira de ver os culto precisa mudar um pouco. Não dá para cultuar a Deus com a intenção de receber bênçãos, ou uma palavra, ou uma resposta porque o culto é prestar homenagem, oferecer sacrifício, é ser a resposta de Deus. Devemos nos prepara para o culto nos perguntando o que ofereceremos como sacrifício a Deus, o que Ele quer de nós naquela ocasião “Rogo-vos, pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis os vossos corpos em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional.”(Romanos 12:1).
Antes de Jesus o povo não podia acessar o lugar da presença de Deus no templo, mas Jesus veio para mudar essa realidade, com a sua morte “E eis que o véu do templo se rasgou em dois, de alto a baixo; e tremeu a terra, e fenderam-se as pedras” (Mateus 27:51). Agora temos livre acesso à presença de Deus, podemos contemplar toda a sua glória e beleza se assim quisermos para o adorar e oferecer sacrifícios. Quem de nós seria digno se acessar a presença de Deus exigindo que Ele nos sirva? Isso não seria um culto a Deus, mas um culto a nós mesmos como se Deus tivesse alguma obrigação de nos abençoar. Quando entendermos que vamos ao culto dar a Deus nosso melhor nossa vida também muda, porque depois do sacrifício de Jesus a presença de Deus não ficou presa a uma parte do templo, mas está agora nos corações de qualquer um que o receber, agora nós somos o tabernáculo, então indo ou não a um lugar onde a igreja se reúne podemos oferecer nossos corpos como sacrifício vivo a Deus, podemos ouvir sua voz e ter um relacionamento íntimo com Ele porque Jesus veio revelar o Pai “Já vos não chamarei servos, porque o servo não sabe o que faz o seu senhor; mas tenho-vos chamado amigos, porque tudo quanto ouvi de meu Pai vos tenho feito conhecer.” (João 15:15)
Voltemo-nos novamente para o nosso amigo dicionário. A palavra culto designa a forma pela qual prestamos uma homenagem a Deus; veneração; respeito; amor intenso. Agora vamos ao que estava escrito muito antes do dicionário, à verdade da palavra de Deus. Desde que o homem foi feito o primeiro tabernáculo nos tempos de Moisés a finalidade dele era achegar o povo a Deus para oferecer sacrifícios. Em Êxodo 29:42-46 está escrito: “Este será o holocausto continuo por vossas gerações, à porta da tenda da congregação, perante o Senhor, onde vos encontrarei, para falar contigo ali. E ali virei aos filhos de Israel, para que por minha glória sejam santificados, e santificarei a tenda da congregação e o altar; também santificarei a Arão e seus filhos, para que me administrem o sacerdócio.E habitarei no meio dos filhos de Israel, e lhes serei o seu Deus. E saberão que eu sou o Senhor seu Deus, que os tenho tirado da terra do Egito, para habitar no meio deles. Eu sou o Senhor seu Deus.” O objetivo primeiro do tabernáculo era oferecer sacrifícios a Deus para ser santificados por sua glória.
É engraçado que quando vamos às nossas congregações nem lembramos de sacrifícios, queremos mesmo é ir lá para ouvir uma palavra que vá saciar a nossa fome. Não que eu seja contra ouvir a palavra de Deus nas igrejas, até porque Deus também queria que o povo fosse ao tabernáculo para falar com ele como está escrito em êxodo. O que acontece é que só nos lembramos da parte “boa” por assim dizer, vamos só para receber, quando saímos de casa muitas vezes nossos corações não estão ansiosos para oferecer sacrifício a Deus, para oferecer o melhor louvor mesmo que não cantemos tão bem, para oferecer a maior atenção porque afinal de contas, Ele é digno. Precisamos tomar muito cuidado para não irmos aos cultos adorar a nós mesmos querendo que Deus nos sirva, que Ele nos diga que somos dignos de alguma coisa, ou buscando as respostas das nossas orações.
O único que é digno de receber toda a honra é o Senhor, talvez nossa maneira de ver os culto precisa mudar um pouco. Não dá para cultuar a Deus com a intenção de receber bênçãos, ou uma palavra, ou uma resposta porque o culto é prestar homenagem, oferecer sacrifício, é ser a resposta de Deus. Devemos nos prepara para o culto nos perguntando o que ofereceremos como sacrifício a Deus, o que Ele quer de nós naquela ocasião “Rogo-vos, pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis os vossos corpos em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional.”(Romanos 12:1).
Antes de Jesus o povo não podia acessar o lugar da presença de Deus no templo, mas Jesus veio para mudar essa realidade, com a sua morte “E eis que o véu do templo se rasgou em dois, de alto a baixo; e tremeu a terra, e fenderam-se as pedras” (Mateus 27:51). Agora temos livre acesso à presença de Deus, podemos contemplar toda a sua glória e beleza se assim quisermos para o adorar e oferecer sacrifícios. Quem de nós seria digno se acessar a presença de Deus exigindo que Ele nos sirva? Isso não seria um culto a Deus, mas um culto a nós mesmos como se Deus tivesse alguma obrigação de nos abençoar. Quando entendermos que vamos ao culto dar a Deus nosso melhor nossa vida também muda, porque depois do sacrifício de Jesus a presença de Deus não ficou presa a uma parte do templo, mas está agora nos corações de qualquer um que o receber, agora nós somos o tabernáculo, então indo ou não a um lugar onde a igreja se reúne podemos oferecer nossos corpos como sacrifício vivo a Deus, podemos ouvir sua voz e ter um relacionamento íntimo com Ele porque Jesus veio revelar o Pai “Já vos não chamarei servos, porque o servo não sabe o que faz o seu senhor; mas tenho-vos chamado amigos, porque tudo quanto ouvi de meu Pai vos tenho feito conhecer.” (João 15:15)
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